É nas circunstâncias mais adversas que mais necessários são os entendimentos, mesmo que muito dificies.
Com a determinação do crescimento da globalização da economia, factor decisivo para a melhoria das condições de vida de todos os povos do mundo, verifica-se também a inevitabilidade de alguma e pertinente regulação. Só com regulação será possivel evitar as transferências repentinas de actividades económicas. As deslocalizações devem obedecer a regras para evitar ondas brutais de desemprego, provocadoras de destabilização económica e mau estar social.
A presente crise, sendo global e fortemente penalizadora de todas as economias, sugere que as principais organizações e países se entendam numa regulação naturalmente complexa e dificil, afim de dotar o mercado de mecanismos de direito, respeito mútuo e transparência.
Com a pretendida regulação dos mercados económicos e financeiros globais, com taxas de juro ajustadas para incentivar o investimento, estarão criadas algumas das principais condições para um crescimento económico que produza riqueza, seja factor de melhoria da qualidade de vida, agregador de um desenvolvimento equilibrado, ecológico e global.
A opotunidade para uma boa globalização está aí, queiram, saibam e possam os nossos representantes mundiais estarem à altura deste grande e extraórdinario projecto.
domingo, 26 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
A crise. Uma oportunidade
A crise e a oportunidade de uma economia em crescimento sustentado
A recente crise financeira veio tornar evidente para todos, a necessidade da regulamentação e transparência dos mercados financeiros globais.
Os Bancos, pivots do sistema financeiro, principal suporte da economia, devem ser rigorosos, eficientes e lucrativos. Rigorosos no entendimento de quais as actividades, projectos e investimentos merecedores de, e quanto crédito a disponibilizar. Eficientes na rapidez e correcção das analises dos processose no melhor aproveitamento dos recursos disponiveis. Lucrativos, na justa medida, entendendo que as margens devem proporcionar lucros compativeis com a actividade.
Verificou-se que os maiores spreeds (percentagem do juro relativo ao risco) não garantiram bons negócios à banca. Foi exactamente pelo incumprimento no pagamento dos clientes com maior risco que os bancos mais sofreram nos resultados e liquidez.
Os Bancos não podem ter a pretensão de funcionar como casino, considerando o risco elevado como parte do seu jogo. Nem os casinos devem emprestar dinheiro, nem os bancos devem jogar partidas de alto risco.
Para o crescimento da actividade económica o juro tem de ser baixo. Só assim os empresários com boas ideias e projectos podem, responsavelmente, investir considerando a sua actividade um processo, evolutivo e sustentado, de médio e longo prazo criador de riqueza e emprego. Os juros altos fomentam o desenvestimento e a estagnação económica.
O BCE baixou, esta semana, a taxa de juro. Fez bem. Pode e deve baixar mais. Devem tambem baixar as taxas euribor, afim de incentivar o investimento e a procura interna no espaço económico Europeu.
A recente crise financeira veio tornar evidente para todos, a necessidade da regulamentação e transparência dos mercados financeiros globais.
Os Bancos, pivots do sistema financeiro, principal suporte da economia, devem ser rigorosos, eficientes e lucrativos. Rigorosos no entendimento de quais as actividades, projectos e investimentos merecedores de, e quanto crédito a disponibilizar. Eficientes na rapidez e correcção das analises dos processose no melhor aproveitamento dos recursos disponiveis. Lucrativos, na justa medida, entendendo que as margens devem proporcionar lucros compativeis com a actividade.
Verificou-se que os maiores spreeds (percentagem do juro relativo ao risco) não garantiram bons negócios à banca. Foi exactamente pelo incumprimento no pagamento dos clientes com maior risco que os bancos mais sofreram nos resultados e liquidez.
Os Bancos não podem ter a pretensão de funcionar como casino, considerando o risco elevado como parte do seu jogo. Nem os casinos devem emprestar dinheiro, nem os bancos devem jogar partidas de alto risco.
Para o crescimento da actividade económica o juro tem de ser baixo. Só assim os empresários com boas ideias e projectos podem, responsavelmente, investir considerando a sua actividade um processo, evolutivo e sustentado, de médio e longo prazo criador de riqueza e emprego. Os juros altos fomentam o desenvestimento e a estagnação económica.
O BCE baixou, esta semana, a taxa de juro. Fez bem. Pode e deve baixar mais. Devem tambem baixar as taxas euribor, afim de incentivar o investimento e a procura interna no espaço económico Europeu.
sábado, 11 de outubro de 2008
A crise
Vemos, ouvimos e lemos muitos economistas e financeiros dissertarem abundantemente sobre as origens da crise. Lamentavelmente estes sábios e especialistas não tiveram possibilidade de a prever e evitar.
A Banca Americana primeiro e agora a Banca Europeia assumem as dificuldades para o financiamento sustentado das respectivas economias. Um motivo muito pouco referenciado, pelos sábios, é a emigração dos capitais provenientes do ocidente investidos nos países de mão-de-obra barata. Sendo os capitais disponiveis colocados nesses mercados, é evidente a falta deles para o financiamento da actividade económica no ocidente.
Vivemos esta situação complexa:
Os capitalistas investiram nos mercados de mão-de-obra barata. Estes produzem excedentemente para satisfazer, a mais baixo preço e melhores margens de lucro, os mercados ocidentais.
Os mercados ocidentais, com a redução da actividade económica, o aumento de desemprego (por transferência da produção para outros países), e expectativas pessimistas quanto ao futuro, vão reduzir as compras e logicamente as importações desses mercados.
A consequência é a redução do crescimento económico também nesses países.
Parece evidente que o mercado de capitais e a actividade económica gobal não regulamentada, proporciona ondas de crescimento económico não sustentad e por isso as ondas transformam-se em tsunami, arrasando quem não tomou os devidos cuidados.
A Banca Americana primeiro e agora a Banca Europeia assumem as dificuldades para o financiamento sustentado das respectivas economias. Um motivo muito pouco referenciado, pelos sábios, é a emigração dos capitais provenientes do ocidente investidos nos países de mão-de-obra barata. Sendo os capitais disponiveis colocados nesses mercados, é evidente a falta deles para o financiamento da actividade económica no ocidente.
Vivemos esta situação complexa:
Os capitalistas investiram nos mercados de mão-de-obra barata. Estes produzem excedentemente para satisfazer, a mais baixo preço e melhores margens de lucro, os mercados ocidentais.
Os mercados ocidentais, com a redução da actividade económica, o aumento de desemprego (por transferência da produção para outros países), e expectativas pessimistas quanto ao futuro, vão reduzir as compras e logicamente as importações desses mercados.
A consequência é a redução do crescimento económico também nesses países.
Parece evidente que o mercado de capitais e a actividade económica gobal não regulamentada, proporciona ondas de crescimento económico não sustentad e por isso as ondas transformam-se em tsunami, arrasando quem não tomou os devidos cuidados.
sábado, 4 de outubro de 2008
A razão
A criação deste blog agora iniciado, resulta de um compromisso e o seu titulo de uma frase feita que a vida me ensinou a aceitar.
O titulo foi escolhido porque «sempre» afirmei, mais precisamente até à 15 dias, «nunca» vir a aceitar a possibilidade de activar e manter um blog. Os meus amigos insistiam e eu convicto dizia: «Nunca».
Confirmou-se mais uma vez o aforismo popular «Nem Sempre Nem Nunca».
Considerando que os novos tempos recolocaram, para alguns, a ordem de importância de: Os Principios, as Convicções, as Ideias e os Interesses, serão estes os aspectos sobre os quais incidirão as apreciações aos acontecimentos, aos protagonistas, aos comentadores e aos criticos, que irei realizar.
O tema deste blog será o comentário sobre a actualidade.
Feita a apresentação, desejo uma boa semana e para o proximo sábado teremos o primeiro comentário.
O titulo foi escolhido porque «sempre» afirmei, mais precisamente até à 15 dias, «nunca» vir a aceitar a possibilidade de activar e manter um blog. Os meus amigos insistiam e eu convicto dizia: «Nunca».
Confirmou-se mais uma vez o aforismo popular «Nem Sempre Nem Nunca».
Considerando que os novos tempos recolocaram, para alguns, a ordem de importância de: Os Principios, as Convicções, as Ideias e os Interesses, serão estes os aspectos sobre os quais incidirão as apreciações aos acontecimentos, aos protagonistas, aos comentadores e aos criticos, que irei realizar.
O tema deste blog será o comentário sobre a actualidade.
Feita a apresentação, desejo uma boa semana e para o proximo sábado teremos o primeiro comentário.
Subscrever:
Mensagens (Atom)